Gestão de Continuidade de Negócios



Desastre: pode ser entendido como a ocorrência de algo de grande magnitude, que acontece rapidamente. Em uma empresa, um desastre, com toda a certeza, causa prejuízos aos seus ativos e processos. Nesse sentido, podem ser citados: incêndios e enchentes como desastres mais comuns enfrentados pelas empresas, em geral.

Entretanto, é sabido que não necessariamente apenas um desastre desses possa ser responsável por prejuízos para alguma empresa. O que de fato vai definir se um determinado evento é um desastre ou não, para a empresa, é o tempo de parada que o evento causará em seus processos críticos. Uma falha qualquer que tire do ar um sistema de comércio eletrônico, por um simples período de 24 horas, pode ser considerada um desastre já que, previamente, foi definido pela empresa que ela não poderia ficar sem o referido sistema fora do ar por mais de 2 horas.

Na ABNT 17799:2005, no capítulo 14-Gestão da Continuidade do Negócio, é dito que o objetivo da GCN é “não permitir a interrupção das atividades do negócio e proteger os processos críticos contra efeitos de falhas ou desastres significativos, e assegurar a sua retomada em tempo hábil, se for o caso“.

Leia:

1- Indisponibilidade: a ameaça de parar o negócio! – autor: Edison Fontes
2- Uma em cada três empresas não possui planos de contingência – AT&T

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